E mais uma vez deitei e chorei. Chorei pela honestidade do dia. Por todo sentimento confuso, dito e pensado. Eu nunca mais esquecerei nenhuma das palavras. Eu ainda acho que atraso vidas. E também acho que, mais cedo ou mais tarde, todos descobririam o que você descobriu. E é aí meu amigo que entra a minha dor, o meu choro, o meu medo à 6 da manhã, em plena balada de uma sexta-feira.
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