quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Muitas coisas. Pouco tempo. Poucas palavras.
Eu sempre procurei pela melhor parte da minha vida, por tudo que jurasse me completar e me deixar feliz. Procurei tanto por qualquer lugar e qualquer pessoa que me passasse essa sensação. E quando eu menos esperava e menos tinha qualquer nova esperança nisso você veio.
E veio sem bater na porta, sem aviso prévio..
Mas não quebrou maçanetas ou arrebentou janelas.

Eu posso me esquecer fácil de tudo. Te fazer ficar só na memória e não na expectativa. Mas essas partidas sem bilhete, essas saídas repentinas e esses caminhos de pedra sempre me chamaram a atenção.
É como a mariposa e a lua, o vagalume e o escuro, o meio e o fim. É um objetivo claro, único. Naquele em que você põe tudo a perder, sem saber o que você vai ganhar e sem saber o que você está deixando pra trás.

Eu odeio/amo essas confusões. Só relevam um pouco o tipo de pessoa que eu sou.

Eu devo agradecer por essas noites que valem uma vida, e por esses momentos que duram menos de uma noite. E não reclamo, eu só me engano.

Você foi a luz da lua na minha vida em todas essas noite, eu estive dando tudo por você.
Meu coração batente te pertence, acho que andei por milhas até te encontrar.
Com cada respiração que me vale aqui na Terra, estou te enviando toda minha paixão. Então se você se atrever a adivinhar, talvez você possa acertar.



/ Eu fiz isso valer?

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